OFICINA  

A partir de  uma leitura transversal, a oficina vai promover uma “conversação” entre a poesia, as artes cênicas e a filosofia da diferença. Poéticas textuais atravessando o corpo do ator/performer e composições cênicas numa pesquisa de linguagem e fruição estética.   

  

Público-alvo: atores/performers, estudantes de Letras, Psicologia, Filosofia, Artes Cênicas e demais interessados a partir de 16 anos.  


Local

Unidade Centro
Rua Sete de Setembro, 66.

aulas

4 encontros: 11/01, 18/01, 25/01 e 01/02
Quintas, das 18:30h às 21:30h
Carga Horária Total: 15 horas

Valor

R$ 220
(pode ser parcelado em até 3 x no cartão)

ProfessorES

Vê Barbosa é escritora e atriz. Formada em Psicologia e Letras e pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional, atua no Teatro desenvolvendo espetáculos, performances e pesquisas sobre a Palavra e a Cena Contemporânea. Busca, numa perspectiva transdisciplinar, cruzamentos e composições entre linhas filosóficas e linguagens plásticas/poéticas.

Vê Barbosa é escritora e atriz. Formada em Psicologia e Letras e pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional, atua no Teatro desenvolvendo espetáculos, performances e pesquisas sobre a Palavra e a Cena Contemporânea. Busca, numa perspectiva transdisciplinar, cruzamentos e composições entre linhas filosóficas e linguagens plásticas/poéticas.

Denise Andrade é atriz/performer com formação pela Escola de Teatro Martins Pena, com Mestrado em Educação em Ciências e Saúde e Graduação em Ciências Sociais, ambas pela UFRJ. Pesquisa questões de gênero em arte e saúde, bem como a performance como linguagem. Atualmente, atua e produz as performances “De peito em flor” e “Emparedadas”, frutos de pesquisa sobre a relação de gênero e loucura.

Denise Andrade é atriz/performer com formação pela Escola de Teatro Martins Pena, com Mestrado em Educação em Ciências e Saúde e Graduação em Ciências Sociais, ambas pela UFRJ. Pesquisa questões de gênero em arte e saúde, bem como a performance como linguagem. Atualmente, atua e produz as performances “De peito em flor” e “Emparedadas”, frutos de pesquisa sobre a relação de gênero e loucura.


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